PROGRAMAÇÃO

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AIC - AGÊNCIA DE INICIATIVAS CIDADÃS

Promover o desenvolvimento humano pleno de sujeitos e comunidades – esse é o horizonte que norteia o trabalho da AIC - Agência de Iniciativas Cidadãs, organização sem fins lucrativos nascida em Belo Horizonte, que há 27 anos realiza variados projetos e programas sociais, atenta às muitas oportunidades de construção da cidadania e à efetivação de direitos civis, políticos, sociais, econômicos e culturais.

São cinco grandes áreas em que a AIC atua, em parceria com uma rede de mais de 500 movimentos sociais e fóruns, entidades públicas e privadas: mobilização social, educação, cultura, juventudes e fortalecimento da sociedade civil. O trabalho desenvolvido pela instituição parte de uma escuta atenta de cada contexto e território para construir soluções de modo criativo e cooperativo.

Hoje, a AIC incide sobre diversas causas de interesse público - desde o combate à violência contra as juventudes negras e periféricas e a inclusão social de pessoas com deficiência até a democratização de acesso à cultura e à comunicação e a garantia de segurança alimentar. Além de BH e região metropolitana, a atuação da organização abrange também localidades do interior de Minas Gerais e de outros estados brasileiros.

 

NATHÁLIA VARGENS

Graduada em Relações Públicas pela UFMG, atua na Agência de Comunicação Solidária, projeto da AIC, em ações de fortalecimento institucionais de coletivos e organizações da sociedade civil. Tem experiência na mediação de processos colaborativos de criação, planejamento e diagnóstico em comunicação e adora uma invenção de moda. Atua também como coordenadora de articulação com comunidades no projeto Periferia Viva.

BEATRIZ CORDEIRO

Comunicóloga graduada pela UFMG, atua na comunicação institucional e redes sociais da AIC e em atividades formativas junto a coletivos. Tem experiência em assessoria de imprensa, produção cultural, redação, produção de conteúdo e gestão de mídias sociais. Gosta de gente e de pensar junto e se interessa pelas áreas de direitos humanos, cultura, gênero e meio ambiente.

INSTITUTO MANO DOWN

O Mano Down é uma organização social, de Belo Horizonte, que promove o desenvolvimento e a inclusão de pessoas com síndrome de Down e outras deficiências. O Instituto nasceu do amor de Leonardo Gontijo por seu irmão, Dudu do Cavaco- músico com síndrome de Down, e do desejo de dar visibilidade e autonomia para as pessoas com T21.

Da formalização legal do Instituto, em 2015, à reestruturação estratégica, em 2017, o Instituto vem evoluindo e se transformando, para atuar em todas as fases de vida das pessoas com deficiência intelectual e promover o desenvolvimento, a autonomia e a inclusão. Atualmente são 300 famílias atendidas e milhares de pessoas impactadas indiretamente em todo o Brasil.  As ações contemplam as fases de vida da pessoa com T21 e são pautadas na metodologia de desenvolvimento integrado, que respeita o ritmo do indivíduo e busca potencializar as suas habilidades.

Para 2021, temos como norte consolidar a nossa metodologia de desenvolvimento potencializado, ampliar a infraestrutura para ter capacidade de aumentar o número de educandos atendidos e consolidar a Governança. Construir, consolidar e crescer. Esta é a perspectiva do Instituto Mano Down para que consiga alcançar o seu propósito de trocar a palavra exclusão, pela palavra oportunidade

 

Marcio Murari está arte-educador, pesquisador, ator e performer com trabalhos nas áreas do cinema, teatro, circo, fotografia e performance. Desde 2010 participante de oficinas e cursos livres na cidade de Belo Horizonte, Tiradentes, São João Del Rei e Ouro Preto. Apresentou trabalhos em festivais de cinema no Brasil como 43º Festival de Cinema de Brasília (2010), a 14ª Mostra de Cinema de Tiradentes (2011), o 40º Film Festival Rotterdam (Holanda, 2011), o 22º FID Marseille (França, 2011), o 8º Indie Lisboa (Portugal, 2011), entre outros. Possui também uma circulação significante dentro do país, com vários trabalhos em performance arte e arte educação por várias cidades como Santa Maria (RS), João Pessoa (PB), Brasília (DF), Salvador (BA), Belém (PA) e Vitória (ES).

Integrante do Núcleo de Estudos em Estéticas do Performático e Experiência Comunicacional - NEEPEC, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), é monitor fixo da disciplina Comunicação e Expressão – A Performance da Presença, ministrada pelo Prof. Dr. Juarez Guimarães Dia, entre 2016 e 2021. A ementa da disciplina trata da comunicação interpessoal e grupal através da presença em cena, de seus planos de expressão e de sua relação com o outro e o público. 

MÁRCIO MURARI

 

Percussionista de projeção nacional e internacional, de grande valor à cena musical pernambucana e brasileira. Sua performance perpassa por diversos ritmos do universo da cultura pernambucana, em especial os de origem afro-brasileira e indígena como: Afoxé, coco, ciranda, maracatu, caboclinho, cavalo marinho, samba, frevo, entre outros –, é apreciado por sua destreza técnica, dinâmica, capacidade de expressão, riqueza de vocabulário musical, criatividade e fidelidade às linguagens originais dos referidos gêneros, mesmo quando há hibridismo e misturas com ritmos oriundos de matizes diversas. 

É um dos criadores e fomentadores do movimento musical Mangue formado na cidade de Olinda (PE) no início da década de 1990, das bandas Loustal e Lamento Negro que vieram a se tornar Chico Science & Nação Zumbi, um dos pioneiros no estilo "Mangue Beat” junto ao Mundo Livre S.A. O gênero é marcado pela mescla de ritmos tradicionais pernambucanos, como o coco e o maracatu, com elementos do rock. Em 2007 Gilmar Bolla 8 cria o Combo Percussivo, a partir de um convite do percussionista Naná Vasconcelos para uma parceria na criação de projeto sonoro com ritmos afro-brasileiros. Gilmar se juntou com Bactéria, ex-tecladista do Mundo livre e um dos produtores e músicos mais importantes da cena do movimento mangue beat, e juntos transformaram o Combo Percussivo em “COMBO X”, trazendo a voz, força percussiva e criativa de Gilmar unida à psicodelia envolvente do tecladista e produtor Bactéria. O primeiro disco do grupo, “A ponte”, teve 4 indicações ao Grammy Latino. 

GILMAR BOLLA 8

 
 

SÉRGIO PERERÊ

Sérgio Pererê é cantor, compositor, multi-instrumentista, ator e produtor musical. Seu trabalho autoral é reconhecido pelo diálogo que estabelece entre a tradição e a experimentação, pela profusão de sonoridades – com destaque para as referências afro-latinas –, e pelo timbre peculiar de sua voz. Sua poesia sofisticada entrelaça temas cotidianos a enunciados metafísicos e elementos do sagrado de matriz africana, como o culto à ancestralidade e aos orixás. Já se apresentou em várias regiões do Brasil e em países como  Canadá, Áustria, Espanha, Moçambique, China e Argentina. 

Em sua discografia, as referências afro-mineiras encontram-se de forma mais inovadora com vertentes da contemporaneidade. Com carreira também no teatro, trabalhou com o icônico diretor João das Neves em "Besouro, cordão-de-ouro" e em "Oratório - A saga de Dom Quixote e Sancho Pança" quando dividiu os palcos com Mauricio Tizumba, um parceiro constante ao longo da vida. No cinema, participou do premiado "Rapsódia para um Homem Negro", da Filmes de Plástico.  

Sérgio Pererê considera-se amadrinhado pelas raízes banto de Minas Gerais. “Sou um devoto da arte, um artista negro brasileiro”

MARIELSON DE CARVALHO

Marielson Carvalho, 47, é baiano de Salvador e doutor em Literatura e Cultura pela Universidade Federal da Bahia com a tese "O Atlântico Negro de Angélique Kidjo: memória e ancestralidade em um trilogia musical afrodiaspórica". Atua na área de Letras com ênfase em Literatura e Cultura Afro-Brasileiras, Africanas e Baianas. Foi escritor na residência artística do Instituto Sacatar, em Itaparica, Bahia, entre agosto e setembro de 2014, para escrever um ensaio literário sobre Xavier Marques e Dorival Caymmi. Participou, ainda em 2014, da abertura da FLICA, Festa Literária Internacional de Cachoeira, como convidado para falar sobre Dorival Caymmi no ano de seu centenário. É Professor Assistente DE da Universidade do Estado da Bahia - Campus XXII - Euclides da Cunha. Em seu Currículo Lattes os termos mais frequentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: Literatura Brasileira, Crítica Cultural, Crítica Literária, Memória e Identidade Cultural, Baianidade, Cultura Afro-Brasileira, Africanidades e Diáspora, Guerra de Canudos, Música Popular, Cultura Popular e Dorival Caymmi. É autor dos livros "Acontece que eu sou baiano: identidade e memória cultural no cancioneiro de Dorival Caymmi" (2009) e "Caymmianos: personagens das canções de Dorival Caymmi" (2015), ambos pela Editora da Universidade do Estado da Bahia (Eduneb). 

 
 

THIAGO SOARES

Thiago Soares é professor e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde coordena o grupo de pesquisa em Comunicação, Música e Cultura Pop (GRUPOP). É autor dos livros "A Estética do Videoclipe", "Videoclipe - O Elogio da Desarmonia" e "Ninguém é Perfeito e a Vida é Assim: A Música Brega em Pernambuco" (finalista do Prêmio Jabuti 2018 categoria Ensaio - Economia Criativa). Bolsista Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2, realizou pesquisas sobre consumo e cultura pop em países como Cuba, Argentina e Estados Unidos. Publicou em 2019, o livro "Música Pop en Cuba: Globalización, Territórios y Solidariedad Digital" pela Editora UOC (Barcelona - Espanha) (https://www.editorialuoc.cat/musica-pop-en-cuba). É DJ residente da festa pop Maledita da produtora pernambucana Golarrolê, jurado e curador de prêmios, editais e festivais de audiovisual. Mais informações: https://grupopufpe.com.br/.

A estrela de Marina Sena brilha muito por onde ela passa. Tem sido assim no "Rosa Neon" e em "A outra banda da lua", grupos que a vocalista tem emprestado seu talento nos últimos anos. Agora a norte-mineira de Taiobeiras começa um novo passo na carreira e lança o primeiro single do seu álbum de estreia, só com canções autorais. "Me toca" chega no próximo dia 14 com produção de Iuri Rio Branco através do selo Alá e distribuição da Altafonte.

Um clipe dirigido por Vito Soares e Eliza Guerra acompanha o lançamento da nova musa do pop nacional. "Esta faixa representa bastante o que é o disco como um todo: ritmo, sensualidade e leveza", define a cantora. "Foi a última música que a gente compôs, já depois de entender o rumo do álbum. Por isso ela é mais direta, e vai exatamente no ponto chave da questão, com a complexidade e a simplicidade andando juntas", explica.

Marina não gosta de rotular seu trabalho. "Mas, se existisse o gênero 'gostoso' eu falaria que meu som é exatamente esse", conclui. E "Me toca" traz exatamente essa sonoridade envolvente carregada de sedução, versos simples, inteligentes e certeiros. Tudo interpretado por uma voz singular e marcante. " Espero que a galera que curte meu som goste do resultado e que novas pessoas venham a conhecer meu som. Mas, é bom ressaltar: me toca, mas só depois da vacina", acrescenta Marina.

MARINA SENA

 
 

ANA GARCIA 

Com formação em comunicação e atuação há mais de vinte anos em produção cultural, a pernambucana Ana Garcia é a organizadora do festival No Ar Coquetel Molotov, que existe desde 2004 no Recife e que já realizou edições online e física nas cidades de São Paulo, Salvador, Belo Jardim e Belo Horizonte. Atua desde 2006 na produção executiva do Festival Virtuosi no Recife e suas ramificações que ocorrem em Garanhuns, Gravatá e Belo Jardim, no interior de Pernambuco. Coordenava semanalmente o projeto Ouvindo e Fazendo Música no MEPE durante 10 anos com apresentações musicais diversas. Entre suas outras realizações estão a produção do Palco Red Bull durante o SonarSP, o projeto Aurora Eco Fashion e a série de turnês do projeto Invasão Sueca. Já produziu diversas turnês de artistas estrangeiros como Ibeyi, Sebastian Tellier, Dinosaur Jr., Teenage Fanclub e brasileiros como Thiago Pethit, A Banda de Joseph Tourton, Barro e outros. Recebeu o prêmio Empreendedora do Ano pelo Women’s Music Event Awards em 2019. 

TADEUS MUCELLI

Tadeus Mucelli, é curador, pesquisador e idealizador de projetos em arte tecnológica e cultura digital no Brasil. Mestre em Artes e Doutorando em Ciências da Informação (UFMG). Nos últimos anos, tem se dedicado à pesquisa sobre "instabilidade digital" e patrimônio no campo das humanidades digitais e estudos da informação em artes tecnológicas como no caso de coleções, banco de dados, blockchain e crypto arte. É fundador do Festival de Arte Digital - FAD de Belo Horizonte (desde 2007) e da Bienal de Arte Digital (2018) do Rio de Janeiro.

 

Alexandre Milagres é atualmente Diretor de Museus pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais. A DIMUS - Diretoria de Museus é responsável pela gestão do Museu Mineiro, Museu Casa Guimarães Rosa, Centro de Arte Popular, Museu Casa Guignard, Museu dos Militares Mineiros, Museu Casa Alphonsus de Guimaraens e Museu do Crédito Real, além de coordenadar as ações do Sistema Estadual de Museus de Minas Gerais, em contato com mais de 430 museus cadastrados em todo estado. Foi Curador . Esteve à frente da Coordenação de Programação Cultural e Científica do MM Gerdau - Foi Coordenador Educativo do FAD - Festival de Arte Digital (2008-2012), 

Participou da cena artística durante os anos 2000, com obras de videoarte e videoinstalações apresentadas em mostras e exposições nacionais e internacionais como: VAD-Festival Internacional de Vídeo e Artes Digitais, em Gironda-Espanha; Visual Music Marathon, em Boston-USA; Videoformes,

ALEXANDRE MILAGRES

 

REYNALDO MAXIMIANO

Roteirista, jornalista, palestrante e professor universitário. Ajuda na construção de processos criativos e colaborativos em dramaturgia e storytelling. Doutor em Comunicação Social (UFMG – 2018). Professor colaborador da Pós-graduação em Tecnologias, Comunicação e Educação, da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), desde 2019. Integra, ainda, o corpo docente do MBA em Gestão de Empreendimentos Culturais, do Instituto de Educação Continuada da PUC Minas (2021). É palestrante e consultor em projetos de Dragon Dreaming criativos e colaborativos, desde 2018, na Eterno Aprendiz, agência especializada na organização e promoção de cursos, palestras, workshops, oficinas e treinamentos em Minas Gerais. É membro fundador do coletivo de roteiristas Texto Brasileiro atuando como storyteller, consultor de dramaturgia e produtor de conteúdo (vídeos e podcast). Comentaristas de TV da Rádio Inconfidência AM 880.

 

EFE GODOY

Artista visual míope, transgenere que pesquisa hibridismo em suas variadas linguagens (vídeo, desenho, performance) com ênfase em recortes de memórias da infância e fabulações espontâneas. Efe Godoy, natural cidade Sete Lagoas/MG, hoje vive e trabalha em Belo Horizonte. Passeou pela Escola Guignard UEMG e continua formação através de vivências em residências no Brasil e exterior. Algumas dessas vivências transformadoras se deram nos últimos anos, como Bolsa Pampulha 2015/2016, a residência artística no EAC- Montevideo_UY em 2018, residência Adelina _SP, 2018, e recentemente : HEMIENCUENTRO _ INSTITUTO HEMISPHERIC NY UNIVERSITY na Cidade do México, 2019, e mostra VERBO de performance Arte na Galeria Vermelho - SP. De uma maneira simples tenta interferir na vida das pessoas com a reverberação do afeto. Em 2020 ganhou prêmio aquisição do MARP - MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE RIBEIRÃO PRETO - SP  e Prêmio aquisição do Salão de Pequenos formatos de Britânia - GO. Efe interage nas redes sociais estreitando os espaços íntimos entre vida e arte e acredita que nada neste planeta é por acaso.

 

GLÓRIA ESTÚDIO

Gloria Estúdio é um coletivo que produz conteúdo de design, arte, fotografia e vídeo, com um olhar diferenciado da cidade.  Uma dupla de criativos formada há dois anos com o objetivo de investigar a arte e criar iniciativas que fomentem a cultura da nossa cidade para além da arte urbana.   

O Gloria Estúdio entende que toda cidade tem marcos arquitetônicos que representam sua história. Da vendinha carregada de produtos de uma pequena cidade do interior, ao Edifício Acaiaca em Belo Horizonte, conseguimos contar as histórias de um lugar por meio de suas construções. Pensando nisso, nosso projeto realiza uma exposição de imagens que ajudam a contar a história da região por meio de sua arquitetura.

A exposição do projeto Citadino, lançada no Festival Criatura, tem por objetivo conhecer novas histórias e ampliar fronteiras. As imagens que integram a exposição são um caminho que sai do centro de Belo Horizonte e segue para além da Região Metropolitana, sendo um primeiro voo para uma jornada rumo à Minas Gerais e, por que não, a diversas cidades do Brasil. 

 

LEO MORAES

O guitarrista, compositor e produtor musical Leo Moraes transita com desenvoltura por diversas áreas ligadas à cultura e criatividade. Sócio fundador da produtora Pato Multimídia, por onde passaram nomes como Vander Lee, Maglore, A Fase Rosa, Maurício Pererê, Macaco Bong, entre vários outros, teve participação ativa em diversas iniciativas coletivas da cidade. Com destaque para o selo colaborativo Membrana Música, o Coletivo Pegada, a Rampa Incubadora de Bandas, o Festival Transborda e mais recentemente a Lupa Música. Idealizador e sócio-proprietário d’A Autêntica, uma casa de shows com foco exclusivo na música autoral contemporânea. Com capacidade para 450 pessoas, A Autêntica rapidamente se tornou uma referência no cenário musical nacional e internacional, tendo recebido nomes consagrados e revelações de todos os estados brasileiros, e de todos os continentes do globo. A casa se pauta pela abertura a propostas ousadas e pela valorização da cena local.